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Troca de pneu: 5 erros que você precisa evitar em emergências e na oficina

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Troca de pneu: 5 erros que você precisa evitar em emergências e na oficina 28

Se existe algo que muitos donos de carro temem é trocar pneu.

Está certo que há situações capazes de tornar a experiência ainda pior, como ter o pneu furado em dia de chuva ou à noite, em local ermo. Aí não tem jeito: se você não chamar o seguro ou outro auxílio, terá de sujar as mãos e fazer algum esforço.

De qualquer maneira, a troca de pneu, tanto em uma emergência quanto simplesmente por desgaste natural, exige cuidados. Abaixo listamos alguns erros comuns que você deve evitar nessa hora.

1 – Apoie bem o macaco

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Se o pneu do carro furou e você quer ou precisa trocar por conta própria, a primeira atitude recomendada é sinalizar o local com o triângulo. O ideal é colocar o aparato a uma distância considerável de onde o seu carro está, o que ajuda a evitar acidentes.

Se for possível, estacione o veículo em local plano. Pegue a chave de roda e afrouxe os parafusos, sem removê-los.

A partir daí, pegue o macaco e o encaixe na parte inferior da lateral do veículo – geralmente há uma marcação onde isso deve ser feito, de maneira a ficar bem apoiado e a uma distância de onde você vai trabalhar.

Conforme você gira a manivela e o macaco começa a levantar o carro de fato, vale conferir para ver se está firme.

“Também é importante lembrar de desligar o carro e puxar o freio de mão. Se possível, vale também tirar o estepe e colocar ele embaixo do carro. Assim, se algo sair errado, ele pode evitar que o carro caia sobre a pessoa e cause um acidente sério”, aponta Mario Pinheiro, instrutor do curso de Pneus, Dinâmica, Testes e Tendências da SAE Brasil.

2 – Não aperte demais os parafusos

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Uma vez que você retirou o pneu danificado e colocou o estepe, é hora de apertar os parafusos da roda.

É preciso ter atenção e não passar do ponto na força. O melhor a se fazer é girar os parafusos com a chave de roda até eles ficarem firmes. Nada de apoiar o pé na ferramenta para fazer força além do necessário.

O motivo para isso é que parafusos apertados demais podem causar danos irreversíveis à roda.

“Isso vale especificamente para as rodas de liga leve, que podem deformar e gerar vibrações ao volante. Se isso acontecer, só trocando a peça mesmo, já que é um problema sem solução”, diz Pinheiro.

3 – Não misture pneus novos com usados

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Se os pneus do carro já estão desgastados e um deles furou, é frequente colocar o estepe no lugar daquele que deu problema e passar a rodar dessa forma.

Isso, porém, não é recomendado e, nesse caso, o ideal é que seja feita a troca por completo.

“Colocar um pneu novo no mesmo eixo que um usado pode causar problemas, já que afeta o equilíbrio dinâmico do veículo”, reforça Pinheiro.

Sim, certamente sairá mais caro, porém é uma questão de segurança e, nesse caso, vale o investimento.

4 – Não rode com estepe de medidas diferentes

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Alguns carros contam com estepe de medidas diferentes dos pneus que estão instalados nas rodas, o que serve para cortar custos ou, simplesmente, diminuir o espaço ocupado pela peça sobressalente.

Se o pneu do seu carro furou e você teve que instalar às pressas um estepe do tipo, evite ao máximo rodar por muito tempo com ele instalado.

O motivo é o mesmo do item acima: o carro vai ficar desequilibrado, provavelmente com efeitos negativos na dirigibilidade. Carro desequilibrado é sinônimo de falta de segurança.

5 – Respeite as especificações

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E uma última dica: se for trocar os pneus do carro, procure respeitar as medidas originais do modelo. Evite, portanto, colocar conjuntos com rodas de aro maior ou, ainda, perfis muito baixos.

Pinheiro alerta:

“O melhor a se fazer é respeitar o que o departamento de engenharia das fabricantes determinou e deve ser a forma como o carro melhor se comporta”.

Além de nem sempre caberem nas caixas de roda, pneus de medidas muito diferentes podem provocar um aumento no consumo do carro, bem como alterações na dirigibilidade e no registro de velocidade. Isso sem considerar inadequação à carga exigida, podendo estourar e causar situações perigosas.

Fonte: uol.com.br/carros

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