Correios vão limitar ou até suspender entrega de baterias de lítio no país

Os Correios anunciaram uma suspensão permanente de entrega de dispositivos eletrônicos que contenham bateria de lítio ou íons de lítio e diversos trechos do território nacional a partir do próximo dia 31 de janeiro. Esse tipo de bateria é muito comum, especialmente entre smartphonesnotebookssmartwatchestablets e outros aparelhos eletrônicos.

De acordo com a empresa, envios que contenham baterias e pilhas de íons de lítio feitos nas modalidades Sedex 10 e Sedex 12 (estadual e nacional), e Sedex simples nacional não serão mais aceitos, estando ou não as baterias acopladas ao produto.

Alguns trechos do Sedex simples estadual também estão impedidos de transportar esse produto: de Manaus para Carauari, Eurinepé, Envira, tabatinga, São Paulo de Olivença e Tefé; de Belém para Santarém; de Recife para Fernando de Noronha; e de Rio Branco para Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, Jordão e Santa Rosa do Purus.

Pode, mas com algumas condições

Outros tipos de envio, porém, ainda aceitam o envio de baterias e pilhas de lítio, mas apenas se estiverem acopladas a seus dispositivos, como smartphones e tablets – são eles: o PAC, Sedex Hoje, Sedex Local, Sedex 10 Local e Sedex 12 Local. Baterias que não estejam dentro de algum aparelho, sendo transportadas individualmente, não serão enviadas pelos Correios sob hipótese alguma, em nenhum trecho e por nenhum tipo de envio.

Essa medida certamente afeta bastante muitas postagens feitas por vendedores, que vão precisar enviar baterias de alguma maneira alternativa aos Correios. Vale lembrar também que celulares que são vendidos lacrados na caixa, mas com a bateria sem estar montada no aparelho, também não poderão ser transportados pela empresa estatal.

Segurança de aeronaves

Segundo os Correiros, essa medida foi tomada para atender às exigências do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil, criado pela Anac. O objetivo disso é controlar os produtos que são transportados por aviões dentro do território nacional e podem colocar as aeronaves em risco.

Fonte: tecmundo.com.br

 

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