CAPS de Eunápolis realizam movimento para celebrar o dia de Luta Antimanicomial

Para celebrar o dia Nacional de Luta Antimanicomial (18/05), a Prefeitura de Eunápolis, por meio da secretaria municipal de Saúde, realizou uma Feira de Saúde Mental com exposição de artesanato e cartazes de usuários dos serviços de saúde mental. A Feira aconteceu de 15 a 17 de maio na Praça Dr. Gusmão, no Bairro do mesmo nome, coordenada pela psicanalista Geane Silva Coelho, responsável pelo programa de saúde mental no município.

A exposição atraiu também familiares dos usuários e trabalhadores dos serviços de saúde mental de Eunápolis, além de vários visitantes que ficaram encantados com o artesanato em exposição. Diversas peças foram comercializadas. A atividade deste ano teve como lema: “Faz escuro mas eu canto, liberdade em todo canto”. Houve apresentações artísticas e espetáculo mambembe com a ‘boneca Josefina’.

Nesta quinta-feira (18/05), dia de Luta Antimanicomial em todo o país, um grande encontro com discussão ampliada do tema foi realizado no auditório da unidade de Saúde Raimundo Fernandes, na Travessa Nilo Peçanha, no Bairro do Pequi, onde aconteceu uma grande roda de conversa com participação de especialistas e servidores da saúde.

LUTA EM ESPAÇOS PÚBLICOS

Segundo Geane Silva, “o dia de hoje é de celebração e de luta em espaços públicos, serviços de saúde mental e universidades.” Ela explicou que a data marca as mobilizações, em todo o Brasil, em torno do fechamento dos manicômios e a formalização de novas legislações, a implantação da rede de saúde mental e atenção psicossocial.

As atividades contaram também com o apoio das superintendências de Atenção Básica e Vigilância em Saúde, além de outros departamentos da administração municipal, que disponibilizaram serviços como aferição de pressão arterial, testes rápidos para glicemia, HIV, sífilis e Hepatitete B e C e oferta de vacinas.

O prefeito Robério Oliveira disse que todos têm direito à cidadania e que, “neste dia é preciso lembrar os direitos dos que foram historicamente excluídos e segregados pelo abuso da razão”.

 Fonte: Por Ascom/Saúde

Comentários

Comentários